quarta-feira, 19 de agosto de 2009

O documentário no Cine Santa!

Não perca a oportunidade de ver o filme que até The New York Times falou!
Segnda-feira, dia 24 de agosto, às 20:30 no Cine Santa!!!
Largo do Guimarães, 136, Santa Teresa, Rio de Janeiro-RJ
Após a exibição haverá debate com os deputados Chico Alencar, Brizola Neto, o sindicalista Emanuel Cancella e o diretor do filme.
A entrada é franca!!!

domingo, 2 de agosto de 2009

Está nas ruas!

O documentário estreou com casa cheia e ótima aceitação do público!
Fotos de Samuel Tosta (Agência Petroleira de Notícias)

quinta-feira, 30 de julho de 2009

É hoje!!!


Espero por vocês lá!!!

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Lançamento do documentário sobre o pré-sal

Caros amigos, é com felicidade que comunico o lançamento, em grande estilo, do nosso filme "O Petróleo Tem Que Ser Nosso - Última Fronteira".Foi praticamente um ano entre idéia, pré produção, filmagem, edição e pós produção.
Um filme, como disse Walter Salles (deve ter pego de outro cineasta), é composto por: 50% roteiro, 50% elenco, 50% fotografia, 50% som, 50% música, 50% arte, 50% direção, 50% produção, 50% pesquisa, 50% edição, 50% investidores, 50% técnica e 100% de atitude.

O filme tem uma hora de duração, são 34 entrevistados, 4 depoimentos, 3 discursos em manifestações e 2 populares (devo estar esquecendo de alguém).
Considero pronto!

Conto com todos vocês para que este filme seja mais uma peça na defesa da nacionalização do petróleo. Como disse, é um filme feito com poucos recursos e por isso é fundamental toda a divulgação possível.

Abaixo a sinopse:
"O Petróleo tem que ser nosso - Última Fronteira".

Um documentário que levanta questões relevantes sobre a propriedade das enormes jazidas de petróleo do pré-sal, recentemente descobertas pela Petrobras, na costa brasileira.

Com a palavra, personalidades provenientes dos mais diversos segmentos - intelectuais, políticos, geólogos, engenheiros, sindicalistas, militares, trabalhadores,religiosos, estudantes, defendendo a nacionalização dessas reservas e discutindo que rumo o país vai tomar a partir desse momento.

São relatos emocionados de brasileiros (acima de tudo) em defesa do Brasil.

"O Petróleo tem que ser nosso - Última Fronteira" é um documentário que
informa e alerta sobre a eminente necessidade de se defender um patrimônio genuinamente brasileiro, revertendo-o em proveito dos verdadeiros donos - o povo.

“O Brasil é um país rico, mas outros usufruem das nossas riquezas. Temos que inverter isto!”
Maria Augusta Tibiriçá, médica e nacionalista.


Espero vocês lá!!!

quarta-feira, 27 de maio de 2009

A Petrobras Tem Que Ser Nossa

Mais um fragmento do filme documentário "O Petróleo Tem Que Ser Nosso - Última Fronteira".Este fragmento fala sobre a importância e a tentativa de privatização da Petrobras, uma empresa Nacional e que é orgulho do Brasil.
O filme faz parte da campanha do petróleo.

Este filme conta com depoimentos de: Aluízio Mercadante (senador), Brig. Sérgio Ferolla, Fernando Siqueira (AEPET), Francisco Soriano (Sindipetro-RJ), Carlos Lessa, Cesar Benjamin, César Del Lucchese (engenheiro), Cezar Brito (OAB), Ildo Sauer (professor), João Antonio de Moraes (FUP), João Victor Campos (geólogo), Maria Augusta Tibiriçá, Paulo Metri (engenheiro), Paulo Betti (ator), Valério de Queiróz (geólogo) e imagens da manifestação do dia 21 de maio de 2009 no Rio de Janeiro

Um filme em defesa do Brasil.

quarta-feira, 20 de maio de 2009

O Petróleo Tem Que Ser Nosso - Última Fronteira

Este é a prévia do filme, em breve sairá um fragmento sobre a Petrobras.Com a descoberta de petróleo no pré-sal pela Petrobrás, qual a direção que o país deve tomar? Com a palavra: geólogos, engenheiros, economistas, sindicalistas, políticos, intelectuais e o povo. O filme faz parte de uma campanha popular para a nacionalização das reservas e da exploração do petróleo.
Um filme em defesa do Brasil.

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

A nova era já existe

Quando estava montando o documentário "A Grande Partida: Anos de Chumbo", fiquei fascinado por um depoimento. Chamei o autor do livro homônimo e produtor do filme, Francisco Soriano, e disse que o filme teria este tom, que essa era a mensagem que melhor representava a luta de todos os que combateram a ditadura. Era este depoimento do Marcos Arruda:

Hoje tive a grata surpresa de uma postagem no blog Nas Retinas, de Emerson Luiz, que enfatiza a força que a bloguesfera tem como ferramenta para um novo mundo que está se formando. O link da postagem é:
Aproveito este espaço, que pouco cuido, para levar adiante esta mensagem.
Obrigado!!!

terça-feira, 9 de setembro de 2008

A Grande Partida: Anos de Chumbo


Documentário, 59', Rio de Janeiro, 2008 - (trailer: 4 min)

Relatos comoventes, antes silenciados pelos traumas do regime, que nos passam informações preciosas sobre os últimos 50 anos de história do Brasil. Também uma renovação de esperança na construção de uma sociedade menos desigual e mais humana.
produzido por: Francisco Soriano
roteiro, direção e edição: Peter Cordenonsi
produção e pesquisa: Vera Moderno
fotografia e câmera: Tiago Scorza
som direto: Thiago Sobral

PrimeiroFilme Produções


Mais informações:
http://primeirofilme.googlepages.com/

terça-feira, 3 de julho de 2007

Baixio das Bestas

Excelente filme!!! Cláudio Assis mostra a realidade de uma Brasil que insistimos em não conhecer. A séculos que a exploração dos coronéis da cana-de-açúcar deixam gerações e grandes regiões perdidas, sem brilho e nenhum futuro.
Cláudio Assis confirma que é um dos melhores realizadores do nosso cinema recente, sempre acompanhado da sensível fotografia de Walter Carvalho e um ótimo e surpreendente elenco. Este sim é o verdadeiro cinema nacional.

O filme também é forte, pois a realidade é cruel.

Nação Fast Food

Ótimo filme, sobre o sistema e o negócio da comida barata. Bons diálogos e a forma que mostra este círculo danoso para público americano é muito interessante.
Algumas cenas são fortes, mas nada perto dos absurdos cometidos por estas redes de comida plástica e da procura do lucro maior.

quinta-feira, 12 de abril de 2007

Na Cama

Excelente filme!! "En la cama" é um filme simples, rodado em apenas um ambiente, com um casal, pouca roupa e um bom roteiro.

O filme é intenso, tem uma fotografia que acompanha o clima da história e, com sensibilidade, mostra como um casal vai se entregando entre uma conversa e outra. Na cama, sem máscaras e disfarces, surgem as verdades e mentiras de cada um. O texto é muito bom, numa parte de divagações teóricas, o protagonista diz que as mulheres que não tem orgasmos com seus maridos acabam descontando a frustração fazendo compras em shoppings.O filme chileno é de baixo orçamento, uma boa dica para nossos geniais cineastas e para o Minc, que ao incentivar filmes simples, baratos e com boas histórias, mudaria o rumo da nossa indústria cinematográfica. Assim conheceríamos os ótimos cineastas que devem estar com suas idéias no papel e, por falta de incentivo, não conseguem realizar seus filmes e acabam trabalhando em alguma bobagem televisiva ou em alguma grande produção com péssimos resultados artísticos. Infelizmente a maior fatia do dinheiro de incentivo, que influenciado por marqueteiros, vai para os grandes produtores, já que para as empresas patrocinadoras o que conta são os "nomes" que suas marcas estarão associadas. Boas idéias são coisas de aventureiros.

Não deixe de assistir este filme, se possível bem acompanhado!!

segunda-feira, 9 de abril de 2007

A Argentina - parte 1

Uma das coisas que me deixam tristes no Brasil é o fato de que nós torcemos o nariz para a América do Sul. Há três anos participei de um seminário internacional sobre cinema documentário aqui no Rio de Janeiro, e vários realizadores vieram para falar de suas produções. Eram norte americanos e europeus, nenhum sul americano.

A Argentina tem uma indústria de cinema muito boa, com várias produções, orçamentos enxutos e belíssimos filmes, mas na hora de ouvir alguém falar como se faz cinema o brasileiro prefere um americano. Porque??? Não gostamos dos nossos vizinhos, portanto é melhor ter uma aula do cinema mais rico do mundo, mesmo sabendo que não temos a menor possibilidade de chegar perto deste mercado, do que aprender com quem tem uma realidade parecida com a nossa e é bem sucedido.

Depois da postagem dos 25 anos da guerra das Malvinas, recebi um relato muito particular do "Don Resi", meu amigo Pato. Por trás da frase"Las Malvinas Son Argentinas" tem uma história e meu amigo, com simplicidade, nos dá uma aula de história argentina.

Abaixo reproduzo o relato em castellano.

Utopías y contradicciones de slogans argentinos

“Las Malvinas son Argentinas” puede ser el más noble de los slogans argentinos. La frase señala un derecho indiscutible y encarnado, sin embargo, la realidad pocas veces es justa, hace mucho tiempo que las islas son inglesas. El slogan, por más real que suene, no es más que una utopía. El poderoso imperio siempre tiene la razón, impone sus condiciones y las transforma en realidad, por el derecho o por la fuerza, pero las impone, en la cultura, en la política y en la economía, como siempre.

No hay como ocultarlo, un país tan inestable como Argentina, refleja su realidad en frases históricas y/o slogans de campañas.

“Los argentinos somos derechos y humanos”, fue creado por la Junta Militar, allá por 1978/79, cuando comisiones de Derechos Humanos llegaban al país exigiendo explicaciones por las constantes denuncias internacionales por abusos en la lucha contra la subversión. Otra vez las dos caras de una misma moneda. Nadie quería la violencia que reinaba por esos días, por eso, la llegada al poder de los “milicos” para “poner orden”, nunca tuvo tanto consenso civil. Desaparecía gente y, en la calle, nació otra frase histórica “Algo habrán hecho”. Nadie quería ver lo que pasaba. Los militares, hoy en día, justifican su accionar y no reconocen que dieron vida al monstruo más terrible que algún día acecho por estas tierras.

La guerra del ´82., resume esta triste historia de amor y odio entre civiles y militares. Fuimos del discurso de Galtieri en Plaza de Mayo (Abril ´82) con la famosa, y desafiante, frase “Si quieren venir, que vengan”, aclamada por una multitud, al posterior casi linchamiento en Junio del mismo año.

“La casa está en orden”, le dijo Alfonsín a la multitud en los balcones de la Casa Rosada en las Pascuas del ´87. Anunciaba la rendición de un grupo de militares “carapintadas”. Luego se supo que accedió a nefastas concesiones.

La historia argentina comienza en el siglo XVIII, pero la historia contemporánea arranca en la década del 40 con Perón y Evita. Repasando estos más de cincuenta años, queda claro que la Argentina es un país peronista; con olor y color peronista (aunque a muchos no les guste esta apreciación). Un país con las virtudes, las miserias y las contradicciones del peronismo. La historia argentina está marcada por las consecuencias de tanta contradicción. El Partido Justicialista (Peronismo), dio origen al terrorismo marxista de Montoneros (1973-1979), para pelear contra la oligarquía militar anti-peronista, que proscribió al Perón populista durante 20 años.. Pero a su vez Perón tenía ascendencia fachista (hasta colaboró con los nazis que se refugiaron en la Argentina). Años más tarde, el propio Peronismo impulsó al poder al “lame-culo Nº1“ (puxa saco) de EEUU, Carlos Saúl Menem. La relación bilateral fue reflejada por la célebre frase de su Canciller Guido Di Tella “Relaciones carnales”. Te podes imaginar quien la ponía, ¿no?. Aun hoy continúan los vaivenes del peronismo, Kirchner, actual presidente, es peronista de centroizquierda, con Chávez y todo.

Los slogans se repitieron con Menem. Accedió al poder con el imborrable “Síganme que no los voy a defraudar”. ¿Quién pudo defraudar más a un país?, ¿Quién generó más desigualdad social?, ¿Quién posibilitó la mayor sangría de empresas públicas?, ¿Quién fue el que generador de la mayor cantidad, y variedad, de casos de corrupción en la historia argentina?. Todas estas preguntas tienen respuesta en el slogan de campaña del Carlos Saúl en la última elección presidencial, “Menem lo hizo”.

A estas historias podemos sumarles los escandalosos “cracks” financieros que década a década acechan al país. Desde El Rodrigazo en la década del 70, pasando por la hiperinflación del 89, el Plan Bonex de fines de los 90, hasta el corralito del 2001. En todas estas historias, millones de personas, de la noche a la mañana, pasaron de ser ricos a pobres y pobres a ricos, sin importar el sacrificio de los que se esforzaron toda una vida para forjar un futuro. De esa forma se fue quebrando el imprescindible sistema de premios y castigos, para que aquel que hace las cosas bien reciba su recompensa y quien hace las cosas mal, lo pague.

Es la dura historia de un país joven, con mucho por aprender. Un país de nativos e inmigrantes que debe ir forjando una nueva raza. Un país con una extensión inmensa para una densidad poblacional minúscula. Un país con una riqueza natural inédita en el planeta. Un manantial de agua potable. Privilegios que en el mundo no tienen precio.

Si de contradicciones y utopías argentinas hablamos, no podemos dejar de nombrar a dos íconos nacionales, Maradona y el Che Guevara.

Para el Diego se creo la frase “Maradona D10s”. Lo endiosamos, pero ¿quien es más vulnerable que el pobre Diego?. Los argentinos a la hora de defender al 10, fundamentan su defensa en que nadie le dio más alegrías al pueblo que él, y esa es una verdad absoluta. Lo que nadie quiere ver es la otra cara de la moneda, ¿quién hizo sufrir más al pueblo que el propio Diego?.

Y con el Che resumimos todo. De guerrillero, clandestino, terrorista y asesino, muerto como un perro a héroe y mártir que hizo honor a sus ideales. Su slogan “Hasta la victoria, siempre”, es hoy símbolo de rebeldía de adolescentes, jóvenes y adultos en todo el mundo.

Todo esto, y mucho más, hacen al argentino como es. Con todo, y a pesar de todo, te llena el pecho de orgullo ser argentino; como San Martín, Belgrano, Gardel, Fangio, Piazzola, Martha Argerich, Mercedes Sosa, Borges o Cortazar; como Estela de Carlotto (Presidenta de Abuelas de Plaza de Mayo); como Leloir, Houssey, Lamas, Milstein y Pérez Esquivel (premios Nobel); como René Favaloro (inventor del By Pass); como Quino y Fontanarrosa; como Les Luthiers; como León Gieco, Pappo, Andrés Calamaro, el Indio Solari, Gustavo Santaolalla y Roberto Goyeneche; como Los Chalchaleros; como Angelito Labruna y Alfredo Distéfano y como los pibes que pusieron el pecho en las Malvinas.

Nós brasileiros precisamos conhecer um pouco mais os nossos vizinhos e hermanos.